Review de Banishers: Ghost of New Eden
Confira a análise em vídeo do jogo da Dontnod e como foi o processo para produzir o conteúdo
Além do trabalho editorial de planejamento, ocasionalmente eu tenho a chance de fazer algo que amo: análises de games. Enquanto o processo de jogar é bem divertido, todo o trabalho não é simples, como mostra essa review de Banishers: Ghost of New Eden.
Esta review em vídeo de Banishers: Ghosts of New Eden é o resultado de um trabalho que começou bem antes da timeline de edição. Para a análise, eu zerei o jogo em acesso antecipado no PS5, dedicando cerca de 30 horas de gameplay à campanha principal, com foco tanto na narrativa quanto nos sistemas de combate, exploração e escolhas — sempre evitando spoilers para preservar a experiência de quem ainda não jogou.
Durante a jogatina, realizei capturas diretas do gameplay, que serviram de base para o roteiro do vídeo. O texto foi adaptado a partir da review completa publicada no site, ajustando o ritmo, a estrutura e a linguagem para o formato audiovisual, sem perder o aprofundamento que o jogo pede. O objetivo foi transformar uma análise extensa em um conteúdo fluido, acessível e informativo também em vídeo.
Com cerca de 24 minutos de duração, o material apresenta uma visão detalhada do jogo da Dontnod, abordando história, escolhas narrativas, combate, investigações sobrenaturais, desempenho técnico e direção artística. Tudo isso sem revelar eventos-chave da trama, mantendo o foco em contexto, análise crítica e impressões de quem vivenciou a experiência do início ao fim.
A narração ficou por conta de Amanda Fleure, cuja leitura ajudou a dar ritmo e personalidade ao vídeo, reforçando o tom narrativo e reflexivo que Banishers propõe. O trabalho em equipe envolveu alinhar roteiro, imagens e voz para que o vídeo funcionasse tanto para quem já leu a review em texto quanto para quem está conhecendo o conteúdo pela primeira vez.
Além da produção editorial e audiovisual, o projeto também contou com otimizações de SEO para o site, garantindo que o vídeo e a análise escrita trabalhassem juntos em alcance, descoberta orgânica e tempo de permanência do leitor. A ideia foi tratar o vídeo não como um complemento isolado, mas como parte de uma estratégia integrada de conteúdo.
O resultado é uma review em vídeo pensada para quem gosta de análises aprofundadas, mas prefere consumir conteúdo em formato audiovisual — sem abrir mão de contexto, critério e olhar crítico.

