Quem diabos é Mateus Mognon?
Se você esta lendo este texto, possivelmente é devoto da Igreja do Hanzo (ou só quer me enviar um press release)
Olá, tudo bem? Eu sou Mateus Mognon, e se você está lendo isso, com certeza já deu de cara com algum dos conteúdos que produzi na internet (ou é um devoto da igreja do Hanzo). Senta aí e pega um chimarrão, pois vou contar melhor a inha história.
Pra começar, sou jornalista formado pela UFSC com mais de 10 anos de atuação no mercado de mídia online. Já passei por vários sites de games e tecnologia do Brasil, além de fundar a newsletter Jornal dos Jogos.
Agora, para começar os trabalhos, que tal eu me apresentar melhor? Você pode ter dado de cara com meus conteúdos, mas sabe a minha história de origem? Felizmente, ela não envolve outros planetas ou morcegos.
Eu nasci em Lagoa Vermelha, no Rio Grande do Sul, e morei boa parte da minha vida no meio do mato (literalmente). O contato com a natureza, e ausência de internet, me deixaram muito curioso para explorar o mundo lá fora, e o jornalismo me deu essa oportunidade.
Levando o amor por games e televisão na bagagem, acabei indo morar em Florianópolis, onde estudei na UFSC. Depois, entrei de vez na área da comunicação trabalhando na internet.
Durante mais de uma década navegando nos mares da web, eu já passei muito perrengue em texto, vídeo, rádio, podcast, transmissão ao vivo e até nas redes sociais. Além disso, também trabalhei com coberturas de evento e até dei uma pincelada no mundo do marketing.
Atualmente, atuo como editor no site TecMundo, mas minha jornada pela internet envolve muitos outros cantos desse mundo digital (mas sem uma abertura cantada pela Angelica). A seguir, conheça um pouco melhor o meu trabalho até então, e algumas coisinhas que eu aprendi na estrada até aqui — toca o tema de Supernatural, DJ!
Jornalismo UFSC e reportagem investigativa premiada 🎓
Durante minha jornada como estudante da Universidade Federal de Santa Catarina, aprendi os princípios éticos e práticos do jornalismo. Seguindo a grade do curso, trabalhei com rádio (e podcasts), televisão e também texto, tanto online quanto para jornais e revistas.
Como uma das graduações mais conceituadas do país, o Jornalismo UFSC alia muito bem a prática e teoria. Com isso, durante meus cinco anos na universidade pública, produzi muitas notícias, entrevistas, artigos e reportagens sobre a região de Florianópolis, comunicação e jornalismo, bem como sobre outros assuntos que me interessavam. Aka games, filmes e séries.
A liberdade trazida pelo curso me permitiu participar de projetos muito interessantes, como o podcast Insira a Ficha, focado em games — que tinha até um programa de culinária. Além disso, no final do curso, tive a oportunidade de fazer uma reportagem investigativa em que fundei uma igreja para um personagem de videogame, o que rendeu um prêmio de jornalismo universitário e repercussão em grandes veículos nacionais e internacionais, como a Folha de S. Paulo.
O trabalho de conclusão de curso também foi bastante significativo para a minha carreira. Ao lado do jornalista e desenvolvedor Neri Neto, fundei e gerenciei um veículo de comunicação do zero com podcast, vídeo e texto, aplicando tudo que aprendi durante o curso e explorando temas como filmes, séries e cultura pop. O projeto deu vida ao Jornal dos Jogos, que existe até hoje.
O que isso rendeu?
Reportagem com repercussão global que rendeu um prêmio de jornalismo universitário.
Produção de um veículo de mídia online do zero, incluindo gerenciamento e produção de conteúdo em vídeo, texto e podcasts.
O que eu aprendi:
Redação, produção em rádio e TV, reportagem jornalística com entrevistas e apuração.
Adrenaline e cobertura de hardware 💻
Como parte da equipe do Adrenaline, eu produzia cerca de 200 textos mensalmente (!!!), movimentando cerca de um milhão de visualizações no site. Abordando games, hardware e tecnologia, o portal fez eu me apaixonar pela área de jogos, PCs e inovações, mesmo tendo saído literalmente do meio do mato, no interior do Rio Grande do Sul.
Além do trabalho em texto, também produzi quadros em vídeo e transmissões ao vivo no Adrenaline, além de cobrir eventos como a BGS. Na Brasil Game Show 2019, inclusive, a equipe realizou um programa ao vivo exibido durante toda a feira, diariamente, em uma experiência próxima de uma redação de telejornal.
A experiência de trabalho no Adrenaline foi rica não apenas profissionalmente, mas também para a minha vida. Até hoje aplico meus conhecimentos de texto e vídeo adquiridos naquela época em toda a minha rotina, e também mantenho contato com vários amigos e leitores da época. Isso até permitiu um crossover entre Voxel e Adrenaline, em 2024, no programa Checkpoint Ao Vivo, que pode ser visto acima.
O que isso rendeu?
Mais de 200 matérias publicadas por mês.
Mais de um milhão de visualizações mensalmente.
O que eu aprendi?
Redação, produção de conteúdo especializado em hardware e tecnologia.
The Brief e experiência com newsletter 🗞️
Minha expertise em texto também me levou a trabalhar no The Brief, uma das maiores newsletter de inovação e negócios no Brasil. A passagem pelo veículo foi importantíssima para o meu desenvolvimento profissional, pois consegui me aprofundar ainda mais nas entrelinhas mercadológicas dos segmentos de games e tecnologia.
Meu trabalho no The Brief também foi bastante significativo por um caso peculiar: um dos textos que produzi na newsletter apareceu em uma prova do ENEM. Não é todo dia que isso acontece, não é mesmo?!
No entanto, a maior contribuição do veículo para a minha carreira foi a paixão pelas newsletters. Com o The Brief, aprendi a como escrever conteúdo rápido e sintético para e-mail, mas sem deixar a irreverência e informação jornalística de lado.
Esse conhecimento serviu de combustível para a fundação do Jornal dos Jogos, que hoje é uma das maiores newsletter de games do Brasil. Produzida em parceria com redatores independentes, a publicação traz um resumo semanal de notícias do mercado gamer toda segunda-feira, às 9h, desde 2019.
O que isso rendeu?
Textos em newsletter com mais de 43 mil inscritos e 34% de taxa de abertura.
Criação da newsletter Jornal dos Jogos, com site que já alcançou mais de 400 mil pageviews/mês e 30% de taxa de abertura.
O que eu aprendi?
Produção de newsletter, edição e curadoria de conteúdo.
TecMundo, Voxel e Minha Série
Os laços criados no The Brief também me levaram ao emprego de editor no TecMundo, mostrando que contatos, sinergia e trabalho em equipe rendem frutos. Minha jornada no site começou como freelancer, mas eventualmente me tornei assistente de edição no setor de tecnologia.
Com o tempo, migrei para o segmento de entretenimento, assumindo o comando do site nos cadernos Voxel e Minha Série, que cobrem games, filmes e séries. Com uma linha editorial focada em curadoria de conteúdo e informação útil para os leitores, ambos lideram a audiência do TecMundo.
No papel de editor, também consegui levar o Voxel para dentro do Metacritic, um dos principais agregadores de notas de reviews. O veículo ainda é parte do júri do The Game Awards, sendo referência na cobertura de jogo no país.
Já o Minha Série é o caderno de maior audiência do TecMundo. Com uma estratégia de conteúdo que envolve curadoria de conteúdo, SEO e notícias explicativas, o veículo também atinge picos de audiência na cobertura de eventos como Oscar.
Com uma equipe que publica cerca de 10 a 12 textos diariamente no Voxel e Minha Série, entregamos cerca de 2 milhões de pageviews semanalmente nos cadernos apenas no site. O trabalho também envolve uma colaboração estreita com outros setores da empresa, como produtora e redes sociais, para derivação de conteúdos, bem como funções de gerenciamento de equipe e liderança.
A rotina de produção também envolve a concepção de reportagens, artigos e críticas de filmes, games e séries. Eu também realizo entrevistas com desenvolvedores de jogos e elencos de grandes produções, como foi o caso dos criadores de A Lenda De Vox Machina, em 2024.
O que isso rendeu?
Gerenciamento de equipe que publica de 10 a 12 textos por dia no site.
Cerca de 2 milhões de pageviews semanalmente nos cadernos Voxel e Minha Série
O que eu aprendi?
Gerenciamento de equipe e orçamento, montagem de linha editorial, reviews e críticas, trabalho em equipe e liderança.
Trabalho em redes sociais
Em um mundo cada vez mais conectado por redes sociais de vídeo, em 2024, resolvi me desafiar a produzir mais conteúdos para o TikTok e Instagram no tempo livre. Apesar de ser uma atividade secundária na minha rotina, a prática rendeu bons frutos e me aproximou ainda mais da comunidade de leitores que me acompanham há anos.
Além de garantir 4 mil seguidores no TikTok em menos de um ano, realizei publicações virais no Instagram que atingiram mais de um milhão de visualizações. Com temáticas de games, filmes e séries, os vídeos serviram de complemento para a cobertura que eu já faço em outras frentes por texto.
A produção de vídeos curtos também me ajudou a entender melhor ferramentas de edição rápida, como o CapCut, e os comportamentos de redes de vídeos curtos. Mesmo sendo dependentes de um algoritmo, tanto o Instagram como o TikTok possuem padrões que podem ser “domados” — como conteúdos compartilháveis e SEO.
O que isso rendeu?
Produção de vídeos curtos para Instagram e TikTok, seguindo padrões das redes e usando softwares como o CapCut.
4 mil seguidores no TikTok e vídeos virais com mais de 1 milhão de visualizações no Instagram.
O que eu aprendi?
Produção de conteúdo rápido nas redes sociais, SEO em redes sociais e edição de vídeo.
Entre em contato comigo!
Pois é, como dá para ver no textão, o que não falta é experiência de trabalho por aqui, né? Mas tem muito mais vindo por aí! Você pode conferir alguns dos meus textos e produções aqui no Substack, que também contará com novas publicações esporádicas sobre carreira no mundo dos conteúdos digitais, além de games, filmes e séries — e a história da carona mais louca que já peguei na minha vida.
Além disso, se tiver alguma dúvida ou sugestão, entre em contato comigo por e-mail ou aqui nos comentários do Substack! Bora trocar uma ideia sem as amarras dos algoritmos! 😁







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